terça-feira, 10 de março de 2009
Dívida com o público fiel...
...se é que ele existe.
Devido ao tempo cada vez mais escasso, fico devendo o episódio desta semana de "Santa Pirataria". Prometo voltar o mais rápido possível.
Devido ao tempo cada vez mais escasso, fico devendo o episódio desta semana de "Santa Pirataria". Prometo voltar o mais rápido possível.
Inverdades mineiras
Então um dia desses eu fui à apresentação do Lô Borges aqui na estranha cidade onde moro. Pois bem, o talento do ótimo músico mineiro eu já conhecia, porém, uma nova faceta de Lô me era apresentada naquela ocasião.
Num determinado momento, ao terminar de cantar mais uma de suas belas músicas, o mineiro revela a sua face de mentiroso incorrigível ao dizer:
- É uma alegria muito grande para mim estar em Barra Mansa hoje...
Não, não e não! Ninguém, absolutamente ninguém sente um centímetro quadrado de alegria sequer ao estar nessa cidade!
Lô Borges, o mentiroso.
Num determinado momento, ao terminar de cantar mais uma de suas belas músicas, o mineiro revela a sua face de mentiroso incorrigível ao dizer:
- É uma alegria muito grande para mim estar em Barra Mansa hoje...
Não, não e não! Ninguém, absolutamente ninguém sente um centímetro quadrado de alegria sequer ao estar nessa cidade!
Lô Borges, o mentiroso.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Triste misantropia
Eu moro em um bairro onde a vida cultural está condicionada à existência de uma banca de jornal na esquina. O pior é que nem sempre ela está aberta.
E por falar no meu bairro, eu ainda não sei o nome de nenhum vizinho.
E por falar no meu bairro, eu ainda não sei o nome de nenhum vizinho.
E a tal da Élly disse...
Acerca do fato de que agora eu (infelizmente) conheço a tal da Fernanda Lima, recebo o seguinte comentário:
Que bom! vc pode saber mais sobre a Fernanda no meu blog http://fernandalimaguria.blogspot.com
Será que vai acontecer o mesmo quando eu escrever algo sobre o Latino, o Eri Johnson, o Dado Dollabela ou a Cláudia Leite?
Me tira o tubo...
Que bom! vc pode saber mais sobre a Fernanda no meu blog http://fernandalimaguria.blogspot.com
Será que vai acontecer o mesmo quando eu escrever algo sobre o Latino, o Eri Johnson, o Dado Dollabela ou a Cláudia Leite?
Me tira o tubo...
segunda-feira, 2 de março de 2009
Santa Pirataria
Após as despedidas na formatura, finalmente chegamos ao local da famigerada festa. Chegamos? Sim, porque fui acompanhado da Sra. Misantropa. Ou alguém acha que eu me meteria sozinho em algo tão insólito?
Era uma festa em que os seus “habitantes” estavam todos fantasiados. Era uma festa à fantasia! Iuuppii!!!! Sempre quis ir a uma festa à fantasia! Eu mesmo estava com uma máscara veneziana. Sabem, escolhi tal fantasia (que na verdade se tratava de um disfarce) na doce ilusão de que ninguém me reconheceria. Tolice, pois esses seres estranhos conhecem a sensatez pelo cheiro.
Pois então, chegamos ao local do mártir... Ops, quer dizer, festa. Por que as pessoas teimam em chamar um encontro entre mais de dez seres humanos de festa? Festa nos remete ao fato de comemorar algo, e dividir o espaço, o ar que se respira e o seu tempo com uma multidão de tolos não chega a ser um motivo digno de qualquer tipo de celebração. Mas talvez eu esteja sendo um pouco exigente, não é mesmo? Deve se porque eu não assisto televisão.
Logo na entrada, conversei com a Misantropa e disse que até iria à festa, mas que a minha presença lá causaria um prejuízo devastador no orçamento da mesma. Sim, pois sem a menor vontade de estar ali, com pressa e desprovido de qualquer motivação para trocar meia dúzia de palavras, não me restaria mais nada além de comer feito um refugiado e beber toda a caipirinha que coubesse dentro de mim.
Ao entrar, somos recebidos por uma fada madrinha gorda (e feia!), uma Cleópatra feia (e gorda!), um pirata fantasiado de padre (ou seria o contrário? Não me lembro mais...) e um marinheiro com cara de bobo. Quanto ao nobre marinheiro, achei curioso o fato de que fantasiado ele se parecia ainda mais bobo do que antes.
A festa estava apenas começando.
continua na próxima postagem...
Era uma festa em que os seus “habitantes” estavam todos fantasiados. Era uma festa à fantasia! Iuuppii!!!! Sempre quis ir a uma festa à fantasia! Eu mesmo estava com uma máscara veneziana. Sabem, escolhi tal fantasia (que na verdade se tratava de um disfarce) na doce ilusão de que ninguém me reconheceria. Tolice, pois esses seres estranhos conhecem a sensatez pelo cheiro.
Pois então, chegamos ao local do mártir... Ops, quer dizer, festa. Por que as pessoas teimam em chamar um encontro entre mais de dez seres humanos de festa? Festa nos remete ao fato de comemorar algo, e dividir o espaço, o ar que se respira e o seu tempo com uma multidão de tolos não chega a ser um motivo digno de qualquer tipo de celebração. Mas talvez eu esteja sendo um pouco exigente, não é mesmo? Deve se porque eu não assisto televisão.
Logo na entrada, conversei com a Misantropa e disse que até iria à festa, mas que a minha presença lá causaria um prejuízo devastador no orçamento da mesma. Sim, pois sem a menor vontade de estar ali, com pressa e desprovido de qualquer motivação para trocar meia dúzia de palavras, não me restaria mais nada além de comer feito um refugiado e beber toda a caipirinha que coubesse dentro de mim.
Ao entrar, somos recebidos por uma fada madrinha gorda (e feia!), uma Cleópatra feia (e gorda!), um pirata fantasiado de padre (ou seria o contrário? Não me lembro mais...) e um marinheiro com cara de bobo. Quanto ao nobre marinheiro, achei curioso o fato de que fantasiado ele se parecia ainda mais bobo do que antes.
A festa estava apenas começando.
continua na próxima postagem...
Carnaval também é cultura
E como é!
Assistindo ao desfile das Escolas de Samba, recebo informações que, honestamente, não imagino como sobrevivi até hoje sem elas.
- Quem é essa criatura? Ela é feia, sem graça e a televisão dá o maior cartaz a ela!
- O nome dela é Fernanda Lima.
- Quem?
- Fernanda Lima.
- E o que ela faz? Qual a sua profissão? Trabalha aonde?
- Ela é apresentadora de televisão.
- Jura?
- Hã, hã.
- Ela é casada com o Rodrigo fulano de tal.
E a coisa foi se estendendo até que eu conhecesse toda a vasta biografia deste grande ícone brasileiro.
Hoje posso me considerar uma pessoa feliz, pois finalmente tive o privilégio de conhecer a Fernanda Lima.
Assistindo ao desfile das Escolas de Samba, recebo informações que, honestamente, não imagino como sobrevivi até hoje sem elas.
- Quem é essa criatura? Ela é feia, sem graça e a televisão dá o maior cartaz a ela!
- O nome dela é Fernanda Lima.
- Quem?
- Fernanda Lima.
- E o que ela faz? Qual a sua profissão? Trabalha aonde?
- Ela é apresentadora de televisão.
- Jura?
- Hã, hã.
- Ela é casada com o Rodrigo fulano de tal.
E a coisa foi se estendendo até que eu conhecesse toda a vasta biografia deste grande ícone brasileiro.
Hoje posso me considerar uma pessoa feliz, pois finalmente tive o privilégio de conhecer a Fernanda Lima.
A festa da carne
E o carnaval terminou. E a Acadêmicos do Salgueiro finalmente conseguiu ganhar um desfile de Escolas de Samba.
Assisti o desfile e até gostei bastante do que vi. Porém, me preocupa bastante o fato de que provavelmente o Carlinhos Brown deve estar achando que o Salgueiro só foi campeão porque ELE desfilou.
Um caso clássico de uma pessoa bem pequena perdida dentro de um ego gigantesco.
Assisti o desfile e até gostei bastante do que vi. Porém, me preocupa bastante o fato de que provavelmente o Carlinhos Brown deve estar achando que o Salgueiro só foi campeão porque ELE desfilou.
Um caso clássico de uma pessoa bem pequena perdida dentro de um ego gigantesco.
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