Após as despedidas na formatura, finalmente chegamos ao local da famigerada festa. Chegamos? Sim, porque fui acompanhado da Sra. Misantropa. Ou alguém acha que eu me meteria sozinho em algo tão insólito?
Era uma festa em que os seus “habitantes” estavam todos fantasiados. Era uma festa à fantasia! Iuuppii!!!! Sempre quis ir a uma festa à fantasia! Eu mesmo estava com uma máscara veneziana. Sabem, escolhi tal fantasia (que na verdade se tratava de um disfarce) na doce ilusão de que ninguém me reconheceria. Tolice, pois esses seres estranhos conhecem a sensatez pelo cheiro.
Pois então, chegamos ao local do mártir... Ops, quer dizer, festa. Por que as pessoas teimam em chamar um encontro entre mais de dez seres humanos de festa? Festa nos remete ao fato de comemorar algo, e dividir o espaço, o ar que se respira e o seu tempo com uma multidão de tolos não chega a ser um motivo digno de qualquer tipo de celebração. Mas talvez eu esteja sendo um pouco exigente, não é mesmo? Deve se porque eu não assisto televisão.
Logo na entrada, conversei com a Misantropa e disse que até iria à festa, mas que a minha presença lá causaria um prejuízo devastador no orçamento da mesma. Sim, pois sem a menor vontade de estar ali, com pressa e desprovido de qualquer motivação para trocar meia dúzia de palavras, não me restaria mais nada além de comer feito um refugiado e beber toda a caipirinha que coubesse dentro de mim.
Ao entrar, somos recebidos por uma fada madrinha gorda (e feia!), uma Cleópatra feia (e gorda!), um pirata fantasiado de padre (ou seria o contrário? Não me lembro mais...) e um marinheiro com cara de bobo. Quanto ao nobre marinheiro, achei curioso o fato de que fantasiado ele se parecia ainda mais bobo do que antes.
A festa estava apenas começando.
continua na próxima postagem...
Era uma festa em que os seus “habitantes” estavam todos fantasiados. Era uma festa à fantasia! Iuuppii!!!! Sempre quis ir a uma festa à fantasia! Eu mesmo estava com uma máscara veneziana. Sabem, escolhi tal fantasia (que na verdade se tratava de um disfarce) na doce ilusão de que ninguém me reconheceria. Tolice, pois esses seres estranhos conhecem a sensatez pelo cheiro.
Pois então, chegamos ao local do mártir... Ops, quer dizer, festa. Por que as pessoas teimam em chamar um encontro entre mais de dez seres humanos de festa? Festa nos remete ao fato de comemorar algo, e dividir o espaço, o ar que se respira e o seu tempo com uma multidão de tolos não chega a ser um motivo digno de qualquer tipo de celebração. Mas talvez eu esteja sendo um pouco exigente, não é mesmo? Deve se porque eu não assisto televisão.
Logo na entrada, conversei com a Misantropa e disse que até iria à festa, mas que a minha presença lá causaria um prejuízo devastador no orçamento da mesma. Sim, pois sem a menor vontade de estar ali, com pressa e desprovido de qualquer motivação para trocar meia dúzia de palavras, não me restaria mais nada além de comer feito um refugiado e beber toda a caipirinha que coubesse dentro de mim.
Ao entrar, somos recebidos por uma fada madrinha gorda (e feia!), uma Cleópatra feia (e gorda!), um pirata fantasiado de padre (ou seria o contrário? Não me lembro mais...) e um marinheiro com cara de bobo. Quanto ao nobre marinheiro, achei curioso o fato de que fantasiado ele se parecia ainda mais bobo do que antes.
A festa estava apenas começando.
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