Deu n'o Globo:
Grávida chega em estado grave ao Miguel Couto e médico escreve em seu braço a maternidade para ir e o ônibus para pegar
O sonho de ter uma filha menina, que viria a se juntar a dois garotos mais velhos, estava prestes a se tornar realidade, mas foi interrompido pela irresponsabilidade e pelo descaso médico durante um atendimento no Hospital Miguel Couto. No último dia 2, quinta-feira, Manuela foi ao hospital sentindo fortes dores e com sangramento. Depois de ser examinada pelo obstetra de plantão, ela teve seu braço rabiscado de caneta com os dizeres: "Fernando Magalhães" e "476 e 460". Significavam o nome da maternidade que a paciente deveria procurar e os ônibus que, por conta própria, pegaria para chegar lá. Assim como ela, mais duas grávidas depois de examinadas foram "marcadas" pelo plantonista e encaminhadas para a maternidade de São Cristóvão.
Manuela chegou à maternidade, foi submetida a uma cesariana de emergência e a criança nasceu morta. Ela agora espera receber alta na segunda-feira para poder assistir ao enterro da neném.
Num país que considero como falido em todos os aspectos, a classe médica, formada por indivíduos que fazem questão de serem tratados como "doutores", é uma das mais corporativistas deste país. O episódio acima descrito será apenas mais um ato criminoso desta classe profissional que no final não vai dar em nada.
E eu que ficava reclamando quando um "doutor" marcava uma consulta para um determinado horário e só me atendia 1h15min depois...
sábado, 4 de julho de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário