
Doce liberdade. Enfim você chegou!
Os grilhões foram partidos e, como diria o poeta, é melhor ser alegre que ser triste.
Como é bom reconhecer a sua existência, o seu sabor e a certeza de que você não mais me abandonará.
Não verei mais ciclano, nem beltrano e muito menos a fulana de glúteos disformes.
Se me encontrarem numa esquina qualquer, por favor, finjam que não me conhecem!
Como é confortante a convicção de que os piratas não mais rezarão missas ao lado de Cleópatras e fadas madrinhas. Pelo menos não na minha presença, o que é muito bom.
Bem, essa história eu conto depois, pois nem a da professora de religião lésbica a supera!
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